quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Ao final de mais um ano eu posso dizer que nenhum ano é como o outro. A nossa vida pode até não ter mudado, mas as coisas ao nosso redor sim. Se teríamos um breve minuto para refletirmos vamos ver que amadurecemos nem que seja um pouco. Vamos notar que o que faz o ano parecer passar rápido é a nossa falta de tempo de apenas ver o tempo passar e sentir uma leve brisa esvoaçar em nosso corpo afora. Vamos acabar percebendo que nossos erros valeram a pena e podem ter sido estes até melhores do que tais acertos. Também perceberemos o amadurecimento profissional, o reconhecimento, a valorização. Ao virar de um ano deixamos dentro de nós algo que no ano anterior aprendemos e vivenciamos, sempre com a certeza de que aprendemos e evoluímos. Estaremos prontos para os desafios do próximo ano, pois certamente vamos vivenciar outras dores, suportar problemas, sorrir e chorar novos motivos e porquês, além de amar novas pessoas. O ano novo é a nossa oportunidade de recomeçar as nossas vidas, mas jamais haverá ano novo se continuármos a copiar os erros dos anos velhos.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
“Sun down on the sorry day
By nightlights the children pray
I know you’re probably getting ready for bed
Beautiful woman get out of my head
By nightlights the children pray
I know you’re probably getting ready for bed
Beautiful woman get out of my head
I’m so tired of the same old crud
Sweet baby I need fresh blood
Sweet baby I need fresh blood
The moon shines on the autumn sky
Growing cold the leaves all die
I’m more alone than I’ve ever been
Help me out of the shape I’m in
After the fires before the flood
My sweet baby I need fresh blood
Awwwww…”
Growing cold the leaves all die
I’m more alone than I’ve ever been
Help me out of the shape I’m in
After the fires before the flood
My sweet baby I need fresh blood
Awwwww…”
(Sooooo sexy... Esta música dá-me vontade de me portar mal.)
sábado, 3 de dezembro de 2011
O som do crime.
“The scars of your love remind me of us
They keep me thinking that we almost had it all
The scars of your love, they leave me breathless
I can’t help feeling, we could have had it all
Rolling in the deep
You had my heart inside of your hand
And you played it to the beat”
Eu não sei o que eu tô vivendo, eu sei que eu to me sentindo bem. Mentira, nesse exato momento eu tô sentindo uma nostalgia terrível. Hoje eu queria ta perto,acordar e te ver junto comigo, fechar os olhos e agradecer por aquilo, queria te ver, queria sentir aquele frio na barriga quando eu te vejo, ainda sinto.Aquela sensação de: ''eu consegui''Eu odeio ter que assumir esse tipo de coisa, tô cansada. Eu tinha dito que não falaria mais dos meus sentimentos por aqui, mas só aqui eu me sinto leve, jogando tudo aqui.Tem dias que eu me sinto super fracassada, e sinto como se eu não service pra ninguém.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Até ontem eu não sabia que esse assunto ainda me abalava, eu pensei que eu já tinha superado. Eu superei, mas choro ao lembrar o fato ocorrido há um ano, pra mim é delicado, não gosto de lembrar, nem de tocar no assunto, mas vou falar.Eu não me arrependo de nada que fiz, mas não faria de novo, pensaria bastante antes de dar um passo a frente. Eu pensei que seria fácil encarar a situação, mas não foi. Eu queria dormir pra esquecer, odiava ter que acordar e chorar mais e mais. Eu não entendia o que eu sentia, lembro que eu sentia medo, insegurança, e muita raiva. A frieza foi começando a nascer dentro de mim, por um lado isso foi bom. Mas a culpa de me sentir daquele jeito, era toda minha, eu que quis aquilo, eu escolhi pensando que seria fácil. Eu me enganei de uma forma, tão ridícula e absurda. O meu sentimento foi aumentando cada vez mais, e aquilo me deixava com raiva, eu não queria aquilo de forma alguma. As horas não passavam os dias não passavam o ano não acabava. Por mas que a ausência e o silêncio existissem, milhões de sentimentos ainda estavam dentro de mim, aumentavam cada vez mais. A partir do momento que eu vivi aquilo de novo, que eu comecei a viver de uma forma diferente, dessa vez sabendo encarar a situação, foi tudo tranqüilo. Foi ótimo. Mas e meus sentimentos? Ainda existiam? Sim, existiam, eles existiam de uma forma diferente, nem eu sabia, mas o que era, rimos, brigamos, conversamos, os conselhos eram sempre os melhores possíveis. Hoje eu to feliz, sem aquele peso na minha cabeça. A vida tem sempre seus altos e baixos, na minha vida esse foi um deles. Hoje a ausência de algumas pessoas na minha vida, por culpa delas me fazem esquecê-las um pouco, não vou dizer que saem da minha vida, seria mentira falar isso. Mas o que eu to vivendo hoje, ta sendo ótimo, eu to feliz eu to me sentindo viva! Como eu não me sentia há muito tempo.
Sempre Clarice.
"Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro... Há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo o interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu... Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meu grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você, sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver. Juro por Deus que, se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia ia ser punida e iria para uma inferno qualquer. Se é que uma vida morna não é ser punida por essa mesma mornidão. Pegue pra você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma.
Entra a insônia e a ressaca.
Simplesmente PRECISO escrever. E “precisar”, nesse caso, é mesmo o verbo mais preciso. Fora o trocadilho bobo, é a mais pura verdade. E é necessário que a entonação seja urgente. Grafada em caps lock. Nunca soube bem de onde vem essa necessidade, ou por que ela se manifesta, ou em quais momentos, ou até mesmo o que exatamente isso me proporciona; e cada pergunta que eu faço só me leva a mais perguntas. Como aquelas bonecas russas, que vivem umas dentro das outras. Chatice essa coisa do por que. Devo ter sido uma daquelas crianças perguntadeiras, que ficam querendo saber o porquê de coisas que não tem um por que assim, tão corriqueiros ou explicáveis. A ponto de às vezes ouvir a pior resposta de todas, a que mais irrita: “Porque sim!” ( ou “porque não”..) . E aí, a réplica infantil e birrenta: “Porque não não é resposta!” Mesmo sem ter o meu exato motivo de precisar escrever, tenho uma alusão e uma intuição sobre ele. E basta, por ora. Vou aqui vomitando letrinhas sem pensar muito; sem enfeite, sem rebuscamento, sem preciosismos. Bla, bla, bla. Deixa sair. - Pitty
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